Puçá: Revista de Comunicação e Cultura na Amazônia, Vol. 4, No 1 (2018)

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CIBERFEMINISMO: UMA ANÁLISE DA CAMPANHA #NÃOMEREÇOSERESTUPRADA

Bárbara Matoso da Silva, Karoline Pacheco Coelho, Rita Soares

Resumo


Este artigo traz uma reflexão acerca do ciberfeminismo, a troca de informações nas plataformas digitais que por meio da web trouxe um alcance maior às lutas das mulheres refletindo a respeito de como o Movimento Feminista se impulsionou com a chegada das novas tecnologias e as redes sociais. O objeto de estudo foi a campanha “Eu não mereço ser estuprada”, iniciada após a publicação de uma pesquisa realizada pelo Ipea, no ano de 2014, onde 65% dos brasileiros concordavam com a afirmação de que “Mulheres Com Roupas Curtas Merecem Ser Atacadas”. Analisamos o conflito que se estabeleceu a partir dessa campanha, concluindo que a era digital trouxe à luta dos direitos das mulheres uma nova forma de ampliar e potencializar as ações dos indivíduos, de forma que possa ser debatido e discutido por meio de ferramentas das redes. Foi verificado como a campanha ganhou força na web e sua importância para o movimento feminista.

 

Palavras-chave:Ciberfeminismo. Feminismo. Campanha. Hashtag. Mulheres.


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